Gilberto

"Sou uma pessoa esperançosa. Tenho esperança no amor, trabalho e na boa-fé"
34 anos
Praça João Mendes

Postado dia 28 de julho de 2015
Comente (0)

Wandecock

"O álcool transformava meu pai em outra pessoa"
50 anos
Praça Silvio Romero, São Paulo, SP

Postado dia 29 de maio de 2015
Comente (0)

Felipe

"Minha infância foi muito sofrida, mas o pouco que aproveitei, aproveitei muito"
26 anos
Praça do Ferreira, Fortaleza, CE

Postado dia 26 de maio de 2015
Comente (0)

Valmir

"Independente do crime que meu pai tenha cometido, ele ainda é meu pai. Um ótimo pai"
26 anos
Rua XV de Novembro, São Paulo, SP

Postado dia 07 de maio de 2015
Comente (0)

Renato

"Eu conheci minha esposa no ensaio da Gaviões da Fiel"
32 anos
Rua XV de Novembro, São Paulo, SP

Postado dia 13 de abril de 2015
Comente (0)

Uma carta para o Mateus

Avenida Paulista, São Paulo, SP

cartaleft2
Mateus,

A esta altura, passados seis meses desde o dia em que lhe entrevistamos na Avenida Paulista, você deve estar pensando que consideramos o seu depoimento sem graça. Ou que tivemos algum problema de áudio, imagem – às vezes, isso acontece – e, por isso, a sua entrevista não foi ao ar. Cara, não foi nada disso. Parece meio surreal, mas ficamos com medo que, por causa do vídeo, você morresse.

Você tem 18 anos e namora, há alguns meses, um rapaz que conheceu pelo Facebook. O dia em que ele pediu você em namoro e lhe presentou com uma aliança foi um dos mais felizes da sua vida – e, há poucos meses, para melhorar, vocês moram juntos, na casa dos seus pais. O problema é que, para a sua família, o rapaz é simplesmente um amigo. “Se o papai souber a verdade, a casa cai. Ele é homofóbico”. Você deve se lembrar que eu perguntei o que aconteceria caso o seu pai visse o vídeo. “Ele não vai nem ficar sabendo”, você respondeu.

Mateus, não dá pra afirmar isso com tanta certeza, ainda mais nos tempos virais em que vivemos. Algumas coisas poderiam ocorrer caso o vídeo chegasse a ele que, por ser homofóbico, morreria de vergonha dos amigos da oficina mecânica, dos parentes, da vizinhança. Enquanto tentávamos decidir se colocávamos ou não o seu vídeo no ar, eu e o Daniel lembramos do caso do garoto de oito anos que foi espancado até a morte pelo pai, no Rio de Janeiro, por ser “afeminado”. Claro, estamos falando do limite da intolerância, mas há tantos casos de crimes homofóbicos no Brasil que, sinceramente, decidimos que não dava pra correr esse risco.

É uma pena, porque a sua entrevista ficou incrível. Gosto particularmente quando você fala que o seu maior medo é ficar cego – também morro de medo disso. Torço para que você consiga entrar na faculdade de Medicina e, o quanto antes, conheça o Egito e a Rússia. Nunca estive nestes dois países, mas dizem que são realmente fascinantes. Tomara também que você se reconheça neste texto – afinal, seu nome não é Mateus – e que você nos desculpe, caso a nossa decisão não tenha sido a mais acertada.

Felicidades!

Um beijo,
Adriana

Postado dia 07 de abril de 2015
Comente (0)

Rodrigo

"Tô aí tentando sobreviver na Babilônia"
27 anos
Praça do Patriarca, São Paulo, SP

Postado dia 30 de março de 2015
Comente (1)

Fábio

"A minha ideia é fazer a minha parte, tirar o meu pedaço do bolo e simbora pra zona rural"
32 anos
XI Bienal do Livro do Ceará, Fortaleza, CE

Postado dia 24 de fevereiro de 2015
Comente (0)
123