Felipe

"Minha infância foi muito sofrida, mas o pouco que aproveitei, aproveitei muito"
26 anos
Praça do Ferreira, Fortaleza, CE

Postado dia 26 de maio de 2015
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Jota

"Meu nome de batismo é Jota. As pessoas geralmente se comportam de maneira cômica quando falo, mas já faz parte da minha identidade"
23 anos
Rua XV de Novembro, São Paulo, SP

Postado dia 21 de maio de 2015
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Me Dê Um Conselho

frente2site

A melhor coisa daquela exposição de desenhos que eu fiz nas estações do Metrô de São Paulo não foram os meus desenhos, mas sim o caderno de assinaturas que ficava disponível para quem quisesse escrever algo sobre o trabalho.

Essa exposição se chamava “Poptogramas” e era baseada em um livro homônimo que eu havia lançado pouco antes. Uma das pessoas que escreveu no caderno reproduziu o logotipo do livro, mas alterou o nome para “Pintogramas”. Foi ali que eu percebi que o caderno era a verdadeira obra de arte. A partir daí, o que eu queria mesmo era ouvir o que as pessoas tinham a dizer.

Essa vontade de dar voz aos anônimos, que apareceu na minha vida com aquele caderno, continua viva até hoje no Fale com Estranhos. Foram quase 10 anos entre uma coisa e outra. E, no meio disso, teve o Me Dê Um Conselho.

Imediatamente após ler os recados que deixaram para mim na exposição, comecei a pensar em como coletar outras verdades populares. Então construí uma urna, coloquei um bloco de papel em cima e saí pela cidade pedindo que escrevessem conselhos. Na verdade, o pedido de um conselho era só um pretexto para cativar as pessoas a dividirem algo comigo. O resultado foi muito maior do que eu poderia imaginar – tanto em qualidade quanto em quantidade, porque no final do processo recebi mais de 3 mil conselhos.

Em 2012, eu lancei um livro com uma parte desses conselhos. Acontece que eu tenho tantas coisas que não entraram nessa compilação que, agora, resolvi lançar mais um volume.

É a primeira vez que vou tentar publicar um livro usando financiamento coletivo, o crowdfunding. Se você não sabe como funciona, eu te explico: você contribui com um valor em troca do livro (ou do livro + brindes, tem todos lá no site) e se por acaso o valor necessário do projeto não for atingido, recebe seu dinheiro de volta integralmente. Sem taxas, sem pegadinhas. Basicamente, você estará comprando o livro numa pré-venda e ao mesmo ajudando a tirar o projeto do papel.

Topa me ajudar? Além de me deixar muito feliz, você vai colaborar com um projeto 100% independente e receber um livro lindão em casa!

Para apoiar, acesse: https://www.catarse.me/pt/medeumconselho

Valeu!

Daniel

Postado dia 20 de maio de 2015
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Vinícius

"A maior mentira que eu contei deve ter sido pra minha mãe. Quando ela me perguntou se eu era puro, virgem e eu disse que sim"
19 anos
Cinelândia, Rio de Janeiro, RJ

Postado dia 19 de maio de 2015
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Creusa

"Eu adoro ir pra Disney. Vou a cada dois anos"
60 anos
Rua XV de Novembro, São Paulo, SP

Postado dia 14 de maio de 2015
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Jane

"Pode até ser a pior, mas mãe é tudo"
48 anos
Rua XV de Novembro, São Paulo, SP

Postado dia 12 de maio de 2015
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Sargento Davi

Praça Silvio Romero, São Paulo, SP

policialsite

Uma preocupação que tenho quando vamos pra rua gravar é a de ter que convencer algum membro do Pequeno Poder – guardinhas, vigilantes e todo tipo de gente que tem uma semi autoridade sobre algum lugar e diz que “trabalha com o público” quando são perguntados sobre o que fazem da vida, o que estamos fazendo e se temos autorização pra isso.

Quando eu fazia o Me Dê Um Conselho já tive que me explicar algumas vezes. Sempre tentei evitar essas figuras porque é um saco falar com quem não te ouve e, além disso, não sei manter uma boa conversa no gerúndio.

Na semana passada, estivemos na Praça Silvio Romero e talvez eu devesse ter me lembrado disso quando decidimos que o lugar para fazer a filmagem seria exatamente ao lado de uma base da Polícia Militar. Naquele dia havia uma feira acontecendo na praça e o único lugar livre que nos sobrou foi aquele.

Bastaram alguns minutos para que dois policiais se aproximassem. Fiquei tenso e só ouvi o nome do primeiro: “Sargento Davi, tudo bem com vocês?”, disse o simpático oficial enquanto estendia a mão pra mim. Ok, são policiais de verdade, nada de pequeno poder aqui, mas mesmo assim preferi ficar na minha e deixar a Adriana usar sua simpatia para convencê-los a nos deixar continuar ali.

Ele perguntou o que era aquilo e, pra minha surpresa, achou muito legal e quis saber como poderia fazer para assistir aos vídeos. Demos um cartãozinho com o nosso site pra ele, que nos garantiu que iria entrar e acompanhar o projeto.

“Que ideia legal! É muito bom conhecer os outros, né? Gostei!”. Diante do entusiasmo do PM, até fizemos um convite pra que ele participasse, mas ele negou de cara porque disse precisaria de uma autorização pra isso. Uma pena, acho que teria sido bacana conversar com ele.

Daniel

Postado dia 11 de maio de 2015
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Daniel

"Minha namorada faleceu. Ela tinha uma doença que parecia combustão espontânea"
18 anos
Praça Silvio Romero, São Paulo, SP

Postado dia 08 de maio de 2015
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