Giovanna

"Sou professora e tenho que fazer as vezes de psicóloga, mãe e educadora"
47 anos
Rua XV de Novembro, São Paulo, SP

Postado dia 02 de junho de 2015
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Jota

"Meu nome de batismo é Jota. As pessoas geralmente se comportam de maneira cômica quando falo, mas já faz parte da minha identidade"
23 anos
Rua XV de Novembro, São Paulo, SP

Postado dia 21 de maio de 2015
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Creusa

"Eu adoro ir pra Disney. Vou a cada dois anos"
60 anos
Rua XV de Novembro, São Paulo, SP

Postado dia 14 de maio de 2015
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Jane

"Pode até ser a pior, mas mãe é tudo"
48 anos
Rua XV de Novembro, São Paulo, SP

Postado dia 12 de maio de 2015
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Valmir

"Independente do crime que meu pai tenha cometido, ele ainda é meu pai. Um ótimo pai"
26 anos
Rua XV de Novembro, São Paulo, SP

Postado dia 07 de maio de 2015
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Correndo atrás

Rua XV de Novembro, São Paulo, SP

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Adriana, vou contar uma coisa que você não sabia: lembra quando conversamos com a Fabiane na Avenida Paulista e ela tocou uma música do Nando Reis no final? Eu pedi a ela que cantasse uma segunda vez, tá lembrada? Pois é, eu fiz isso porque havia esquecido de ligar o microfone quando ela começou a cantar #prontofalei.

Sempre que a conversa sai do padrão que estabelecemos com uma pessoa sentada o tempo todo as coisas podem sair meio erradas, como nesse dia da Fabiane. Isso acontece porque eu e a Adriana acumulamos várias funções enquanto conversamos e filmamos. Somos produtores, cinegrafistas, jornalistas e operadores de áudio, tudo ao mesmo tempo. Então é natural que vez ou outra a gente esqueça de alguma coisa, como ligar o microfone. Acho meio prepotente se classificar como “jornalismo de guerrilha”. Sempre que ouço esse termo penso em alguém que está cobrindo alguma guerra civil no leste europeu. Talvez a essência seja similar, com a vantagem de que não temos que nos preocupar com morteiros.

A nossa conversa com o Israel foi provavelmente a que mais nos tirou dessa zona de conforto. Ele fez malabarismos e cantou, então a gente teve que pensar bem rápido na hora de posicionar a câmera e o microfone. É importante fazer as coisas com um bom padrão técnico mas, ao mesmo tempo não queremos deixar a espontaneidade ir embora com muitos ajustes técnicos – até porque as pessoas estão no meio de alguma outra atividade quando param pra conversar e a gente não pode tomar mais do que os 15 ou 20 minutos que elas nos dão.

Quando ele foi nos mostrar suas habilidades, eu quis deixá-lo microfonado. Coloquei a lapela em sua camisa e escondi o transmissor dentro do bolso de sua jaqueta. Valeu a pena ter feito isso porque ele fez uns de efeitos sonoros que complementaram a performance. Assim que ele terminou as acrobacias, entrou em ação a Adriana Produtora pra pegar as devidas autorizações e passar nosso cartão com o endereço do site pra que ver a filmagem depois. “Eu não tenho Facebook mas as minhas filhas têm”. Aí ficamos conversando um pouco e fomos até convidados a acompanhá-lo em sua jornada de trem diária pra que ele nos mostrasse como carrega todo aquele aparato.

Assim que ele foi embora comentamos sobre a inusitada participação enquanto arrumávamos nossos equipamentos para a próxima entrevista. Uns dois minutos depois me veio uma sensação péssima. Tinha alguma coisa errada e então percebi: O MICROFONE! ESQUECI DE TIRAR DO BOLSO DA JAQUETA DELE! O Daniel Operador de Áudio tinha vacilado em seu trabalho. Segunda-feira no RH.

Saí correndo pelo movimentado centro de São Paulo. Israel tinha uns dois ou três minutos de vantagem naquele labirinto de calçadões e pessoas. Qual chance eu teria de encontrá-lo? Corri como se não houvesse amanhã e logo apareceu o primeiro problema, na forma de uma esquina. Ele seguiu reto ou virou à direita? Pensei naqueles filmes de detetive em que, no caso de um desaparecimento, eles se questionam: “Se você fosse o Israel, pra onde você iria?”. Se eu fosse o Israel eu teria voltado pra devolver o microfone, então obrigado por nada, filmes de detetive.

Resolvi correr em linha reta por puro acaso e aí me dei conta de que eu tinha duas coisas a meu favor: ele não andava muito rápido por conta de toda parafernália e eu tinha uma vantagem visual com todas aquelas plantas penduradas.Corri mais um pouquinho, e quase chegando à Praça da Sé avistei-o. Gritei, ele parou e consegui pegar o microfone de volta. Ufa! Senti um grande alívio e senti também que finalmente fiz valer a matéria que nosso amigo Paulo Vieira fez sobre o Fale com Estranhos em seu site Jornalistas que Correm.

Enquanto eu voltava para a nossa base, um cara que eu nunca tinha visto na vida fala para mim: “Esqueceu o microfone, hein?” Como é que ele sabia? Na hora nem dei muita importância porque estava muito feliz de ter o aparelho de volta mas, depois fiquei pensando em como é que esse cara sabia que eu tinha esquecido o microfone.

Adriana, precisamos mandar nossos funcionários de áudio e produção para um treinamento de reciclagem o mais rápido possível

Daniel

Postado dia 20 de abril de 2015
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Israel

"Eu trabalho com isso há 20 anos"
47 anos
Rua XV de Novembro, São Paulo, SP

Na entrevista com Israel, quebramos uma regra do Fale com Estranhos. Valeu muito a pena. E, já que estamos no campo das exceções, também resolvemos contar esta história de um jeito diferente. Tomara que vocês gostem – e, se não gostarem, os comentários estão aqui é pra isso. :-)

Postado dia 17 de abril de 2015
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Renato

"Eu conheci minha esposa no ensaio da Gaviões da Fiel"
32 anos
Rua XV de Novembro, São Paulo, SP

Postado dia 13 de abril de 2015
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