Vinícius

"A maior mentira que eu contei deve ter sido pra minha mãe. Quando ela me perguntou se eu era puro, virgem e eu disse que sim"
19 anos
Cinelândia, Rio de Janeiro, RJ

Postado dia 19 de maio de 2015
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Renato

"O cotidiano é uma merda – ou então não seria cotidiano"
25 anos
Cinelândia, Rio de Janeiro, RJ

Postado dia 25 de março de 2015
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Eduardo

"A maior emoção que já tive foi a minha primeira vez"
18 anos
Cinelândia, Rio de Janeiro, RJ

Postado dia 16 de março de 2015
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Papo sadio

Copacabana, Rio de Janeiro, RJ

natan

Quando Natan se aproximou de nós, pensei que teríamos problemas. Ele tinha um olhar cheio de raiva e, o pior de tudo: estava a um passo de entrar no quadro enquanto filmávamos a conversa com o Thiago.

Tem um monte de gente que atrapalha as filmagens. Naquele mesmo dia, um vendedor de batatas chips que era a cara do Dennis Rodman parou do meu lado enquanto conversávamos com o Reinaldo e começou a oferecer o produto como se nada estivesse acontecendo. “Compra uma ruffle pra dar uma força aí, irmão”. Apenas acenei negativamente com a cabeça e esperei pelo melhor.

Eu achei que o Natan fosse fazer algo parecido, então fiquei prestando atenção nele e no Thiago ao mesmo tempo. Com algum esforço, consegui me concentrar na conversa e fiquei aliviado quando chegamos ao final dela sem nenhuma interrupção. Assim que acabamos, Natan pediu pra participar. Aquela deveria ter sido a nossa última conversa do dia, ainda tinhamos que pegar um voo de volta pra São Paulo e estávamos bem cansados.

Some isso a indisposição que criei sem motivo nenhum e o resultado foi um não logo da cara. Dei uma desculpa esfarrapada na esperança de conseguir vencê-lo imediatamente mas, ele insistiu bastante, queria muito falar. “E aí?” me perguntou a Adriana. Ok, vamos fazer.

Quando ele começou a nos contar as histórias de sua vida, aquele olhar cheio de raiva continuava o mesmo. Parecia que ele estava puto com a gente. Eram histórias terríveis de quando ele estava envolvido com o tráfico. Histórias que, de certa forma, já tinhamos ouvido antes. Era como se estivéssemos assistindo a uma versão ao vivo de Notícias de Uma Guerra Particular do João Moreira Salles. Ele estava ali contando aquilo que queríamos ouvir, aquilo que ele sabia que nos chocaria.

A coisa mudou quando a Adriana começou a perguntar sobre ele. Não sobre o universo em que ele circulava, mas sim quais as coisas que lhe eram importantes. Nessa hora, dá pra ver claramente como ele fica feliz e aquele olhar de raiva vai embora e dá lugar a um sorriso. Ele fica tão a vontade que, no final da conversa, pediu pra fazer uma rima e chamou seu amigo pra fazer a base enquanto improvisava uma letra ali na hora. Foi fantástico ver isso.

Eu acho que ele nos deu um dos momentos mais bonitos do projeto até agora. Ainda bem que falamos com ele.

Daniel

Postado dia 27 de fevereiro de 2015
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Natan

"No crime, só existem dois destinos: ou você vai preso ou morre"
18 anos
Copacabana, Rio de Janeiro, RJ

Postado dia 27 de fevereiro de 2015
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Thiago

"Eu sou vereador. É meu primeiro mandato mas, eu não pretendo continuar na política. Eu não me identifiquei."
25 anos
Copacabana, Rio de Janeiro, RJ

Postado dia 26 de fevereiro de 2015
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Graça

"Eu vinha passando e ela me chamou de 'jornalista piranha'. Aquilo feriu a minha conduta"
37 anos
Cinelândia, Rio de Janeiro, RJ

Postado dia 25 de fevereiro de 2015
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Jack

"Eu estava inseguro, pedi um tempo e ele nunca mais voltou"
38 anos
Cinelândia, Rio de Janeiro, RJ

Jack falou muito sobre amor. Quando ele contou sobre o arrependimento de ter deixado o grande amor de sua vida para trás, dá pra notar a mudança em sua expressão. Logo que terminamos de gravar, ele estava assinando o documento de autorização de uso de imagem e disse: “Quem sabe ele vê esse vídeo e resolve me dar uma chance”

Daniel

Postado dia 19 de fevereiro de 2015
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